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Notícias do Mercado de Seguros

País terá recuperação sustentável e robusta em 2018 e crescerá 3,5%
Seg - Novembro 6, 2017 1:53 pm  |  Artigo Acessos:426  |  A+ | a-
Fonte: Folha de São Paulo

Economista que integra grupo que define períodos de recessão que só no ínicio de 2020. Atividade deve voltar ao pico registrado no começo de 2014.

Mais otimista do que a média do mercado, cuja previsão é de uma alta de 2,5% para a economia em 2018, Marcelle Chauvet espera que a atividade cresça 3,5% no ano que vem. Mas, mesmo que esse percentual mais alto se repita no ano seguinte, o PIB (Produto Interno Bruto) só voltará ao pico registrado em 2014 nos primeiros meses de 2020, afirma Chauvet, que estuda os ciclos da economia desde o doutorado e ajudou a implementar um comitê sobre o assunto na Turquia.

A economista também destoa de seus pares ao não prever grandes abalos na economia em ano de eleições.
"O pior que poderia acontecer já aconteceu", afirma Chauvet, sobre o impeachment de Dilma Rousseff e as suspeitas de corrupção que recaíram sobre o atual presidente, Michel Temer.

"Mesmo assim, o Brasil continua crescendo. Acho muito difícil ter choques negativos que possam tirar a economia do lugar."

Professora-assistente da Universidade da Califórnia Riverside, Chauvet integra também o Codace, o grupo de sete economistas formado pela FGV e que data inícios e fins de recessão.

Há uma semana, o comitê informou que a recessão brasileira durou 11 trimestres e acabou no fim de 2016.

*

Folha - A economia tem mesmo ganhado tração ao longo deste ano?
Marcelle Chauvet - A recuperação não ocorre instantaneamente em todas as regiões, indústrias, setores. Mas, à medida que a economia vai se recuperando, o crescimento se torna mais robusto e fica mais visível nos dados agregados.

A recuperação começou modesta, mas tem ganhado tração. A produção industrial e as vendas no comércio mostram uma aceleração, assim com o setor de serviços, apesar de apresentar alta mais modesta.

O consumo das famílias puxa a retomada. Esse movimento parece sólido?
Sim, ele decorre de um cenário favorável que inclui inflação em queda, Juros mais baixos, crédito à pessoa física e a renda da liberação do FGTS.

Juntam-se isso a redução do desemprego e o desempenho positivo do mercado financeiro, o que leva a um ambiente de maior otimismo comparado com os últimos anos.

Por que demoramos mais a perceber que a economia saiu da recessão?
Em geral, a percepção tende a ser mais negativa no fim de uma recessão, assim como otimista demais no fim de um período de expansão.

Mas o meu modelo indica que a probabilidade de termos saído da recessão é grande, e isso independe de percepção.

Mas alguns dados ainda estão bem fracos, não?
Normalmente, os períodos em que a economia está se recuperando são de muita incerteza, e incerteza leva a oscilação. É comum que alguns setores cresçam e outros não.

E, se você olha dados agregados, esse crescimento pode ser pequeno. Num momento de recuperação, olhar o agregado pode ser desanimador.

Que indicadores se destacam?
A produção de bens de capital já vinha indicando recuperação da indústria de transformação desde o fim do ano passado.

Quando um investidor vê que um setor está indo bem, ele já se sente mais confiante em começar a investir no próprio setor, e uma coisa leva a outra. E, se forem setores ligados àquele investidor, melhor ainda.

Ao mesmo tempo, vemos os investimentos ainda muito ruins. Por que o descolamento?
Tivemos uma recessão longa e muito forte, e há muito espaço para que o capital possa ser usado sem comprar máquinas novas. As indústrias estão usando o que já têm.

E a construção civil?
Para fazer um empreendimento, é preciso muito empréstimo bancário, além de certa redução de incertezas. Logo, há algumas indústrias que seguram o investimento até que as coisas se recuperem com mais força.

Fora que o setor também estava esperando a queda dos Juros, cujo efeito demora alguns meses para ser sentido.

Qual seria o ritmo da recuperação atual?
A recuperação é lenta. O ambiente de incerteza política desacelera um pouco as coisas, mas acho que as expectativas estão sendo reajustadas para cima a cada semana.

Quanto tempo a gente levaria para voltar ao nível anterior à crise?
Tenho a avaliação de que no ano que vem já estaremos em uma recuperação mais sustentável e robusta. Minha projeção para 2018 é de alta de 3,5%.

Mas, mesmo com um crescimento de 3,7% em 2019, não voltaríamos ao pico registrado pelo PIB no primeiro trimestre de 2014. Isso só ocorreria no início de 2020.

O PIB só atingiria em 2019 o pico do início de 2014 se crescesse 3,5% em 2018 e 4% em 2019.

Parece que você está mais otimista que alguns analistas em relação ao ano que vem.
Ano que vem é ano de eleição. É notório que sempre há crescimento econômico em ano de eleição porque os políticos buscam aplicar medidas mais pró-crescimento.

Mas uma expansão a todo vapor vai depender do que ocorrer em termos de choques.

Quais por exemplo?
O pior que poderia acontecer já aconteceu. Tivemos um impeachment no ano passado e um presidente que entra e, logo depois, quase é julgado também, o que cria uma incerteza muito grande.

Mesmo assim, o Brasil continua crescendo. Então, acho muito difícil ter choques negativos que possam tirar a economia do lugar.

O consumo está muito deprimido, o investimento está represado por tanto tempo que daqui a pouco não vai ter por onde. Tem que ser algo fenomenal para a economia sair do curso neste momento.
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